Vitória seguiu para o quarto. Fechou a porta atrás de si, deixando o apartamento mergulhar em outro tipo de silêncio.
Rafael permaneceu parado por alguns segundos, no meio da sala. Só então soltou o ar que vinha segurando desde a praia.
Foi até a cozinha, abriu a geladeira, fechou de novo. Não era sede. Nem fome. Era excesso de pensamento.
A imagem voltou sem ser convidada.
Vitória ajoelhada no calçadão. Limpando o rosto de uma criança com cuidado. Ela rindo, o sorriso que não pedia permiss