Vitória acordou com batidas firmes na porta do quarto.
Não eram fortes, mas insistentes o suficiente para puxá-la do sono de forma abrupta. Abriu os olhos ainda confusa, o corpo pesado, a cabeça lenta demais para reagir de imediato.
— Vitória — a voz de Rafael veio do outro lado da porta.
Ela demorou alguns segundos para responder. Levantou-se ainda sonolenta, sem se preocupar em conferir o próprio reflexo no espelho. Caminhou até a porta e abriu do jeito que estava.
Rafael estava ali.
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