O carro continuava avançando pelas ruas quase vazias da cidade, as luzes refletindo de forma irregular no vidro escuro ao lado de Vitória enquanto ela observava aquele movimento repetitivo sem realmente enxergar nada. Seus pensamentos ainda estavam presos ao que havia acontecido minutos antes — ao ataque, à violência nos olhos de Rafael, à promessa que ele havia feito antes de se afastar.
Aos poucos, algo começou a parecer estranho — quietude demais.
Sofia nunca ficava quieta por tanto tempo.