Rafael caminhava em direção ao carro como se o resto do mundo tivesse deixado de existir.
Ao redor, a rua estava tomada por movimento: portas de carros abertas, homens armados espalhados pelo asfalto, vozes tensas trocando ordens rápidas entre seguranças que ainda tentavam reorganizar o caos deixado pelo ataque. Pneus riscavam o asfalto enquanto alguns veículos eram reposicionados, e o eco distante de sirenes começava a surgir em algum ponto da cidade. Ainda assim, nada daquilo parecia alcança