Sentei na beira da cama e toquei o ombro dele, acordando com um sussurro.
— Ei, campeão... acorda.
Ele abriu os olhos devagar, bocejando, e se sentou. Eu o puxei para um abraço apertado, sentindo o cheirinho de sono dele. Precisava dizer aquilo.
Precisava que ele soubesse, mesmo que ainda fosse tão novo.
— Filho, escuta o teu pai...
falei, segurando o rosto dele entre as mãos.
— Você é o motivo de todas as minhas mudanças. Você me faz querer ser um homem melhor todos os dias. Eu s