A luz da manhã começou a desenhar sombras suaves pelas paredes do quarto, mas o silêncio ali dentro era sagrado.
Acordei primeiro, sentindo o peso do braço do Ricardo sobre a minha cintura e o calor da respiração dele na minha nuca. Por um momento, fiquei apenas ali, estática, deixando a ficha cair: a noite passada não foi um sonho.
O caos, a entrega, a promessa de um casamento de verdade... tudo tinha acontecido.
Me virei devagar, tentando não despertá-lo. Ele dormia com uma expressão