Quando os passos rápidos da ratinha desapareceram pelo corredor, abri os olhos. Eu me levantei sem pressa, como se o corpo não tivesse acabado de cair ali. Passei o polegar sob o nariz, limpando o sangue que ainda escorria, e observei a mancha por um segundo antes de descartá-la na lateral da calça.
O copo ainda estava no chão. Peguei-o e girei o vidro entre os dedos, sentindo o cheiro subir outra vez, forte e mal disfarçado pelo álcool. Seria imperceptível para qualquer humano como foi para ela