Baixei o braço devagar e deixei o copo vazio cair ao lado da cama. Em seguida, me levantei.
Melany soltou o ar que vinha prendendo, os ombros cedendo de leve, como se o próprio corpo reagisse antes que ela pudesse controlar.
Não havia volta.
Para nenhum de nós.
“É bom que você tenha vindo,” eu disse, mantendo o tom controlado, como se nada tivesse saído do lugar. Já tinha deixado ela ir longe demais para recuar agora. Eu não podia permitir que ela percebesse que algumas gotas de veneno não seria