Dona Larissa levou-me para uma clínica de repouso na Suíça, um centro médico de luxo, discreto e quase invisível aos olhos do mundo.
Depois de ter engolido aquela quantidade absurda de comprimidos, meu corpo já debilitado pelo câncer, quase entrou em colapso.
Foi Dona Larissa quem chegou a tempo e me salvou.
Lembro-me claramente daquele dia: a matriarca, sempre elegante e imponente, ajoelhou-se diante de mim, em lágrimas, pedindo perdão a mim… E aos meus pais, que já não estavam mais neste mundo