O sol parecia zombar de mim.
Sério, como ele tinha coragem de brilhar tão forte depois da noite que eu tive? Andei pela calçada como se estivesse voltando de um apocalipse pessoal, com o corpo pesado, o cabelo preso no que um dia já foi um coque, e a mesma roupa da festa. Para completar a cena digna de “Andar da Vergonha”, ainda tinha a sensação de que qualquer pessoa que passasse por mim podia ler na minha testa tudo o que aconteceu.
Quando cheguei na frente da porta do apartamento, respirei