Isabella se ajoelhou no chão frio do toilette feminino, agarrada ao vaso sanitário. Seu corpo tremia, e o suor escorria pelas têmporas, descendo pelas costas. O mal-estar havia se tornado insuportável, como se o mundo ao redor girasse sem trégua.
— Isa... — Sofia ajoelhou-se ao lado da amiga, segurando seu cabelo com uma das mãos e acariciando suas costas com a outra. — Respira... devagar, tá? Vai passar.
Isabella vomitou novamente, o som abafado pelo barulho da descarga que Sofia apertava para