A manhã avançava lentamente sobre São Paulo.
Os primeiros raios de sol atravessavam as grandes janelas do hospital, iluminando os corredores antes silenciosos, que agora voltavam a ganhar movimento com médicos, enfermeiros e familiares.
Dentro do quarto, Rafael permanecia sentado na cama, olhando distraidamente para a cidade através da janela.
Era estranho.
Tudo parecia familiar...
E, ao mesmo tempo, completamente diferente.
Desde que despertara, tinha a sensação de que estava vivendo uma histó