O sol ainda mal havia despontado no horizonte quando Rafael abriu os olhos. A claridade suave atravessava as cortinas do quarto, pintando as paredes de tons dourados. Ele virou-se para o lado, encontrando Isadora adormecida, com o rosto parcialmente coberto pelos fios soltos do cabelo. Sorriu sozinho, admirando a tranquilidade dela.
Aproximou-se, tocando de leve o ombro dela.
— Isadora… — a voz dele saiu grave, baixa, mas firme o suficiente para fazê-la se remexer. — Ei, dorminhoca… acorda.
Ela