O café da manhã havia sido apenas o prelúdio. Isadora, ainda envolta em lençóis e no calor do toque de Rafael, se permitia sorrir com leveza, absorvendo cada gesto dele como quem grava memórias para a eternidade. O croissant intocado ao lado da xícara de café esfriava, esquecido diante do olhar que Rafael mantinha sobre ela. Um olhar que dizia mais do que qualquer palavra dita naquela manhã.
— A gente podia ficar aqui o dia todo — ela disse, com a voz suave e preguiçosa, os dedos brincando com