As ruas de Paris amanheciam com aquele tom dourado que parecia pintado à mão. O frio leve do início da manhã contrastava com a brisa suave que carregava o aroma de croissants recém-saídos do forno. Isadora caminhava ao lado de Rafael, entrelaçando seus dedos aos dele, ainda sentindo o calor das palavras que haviam trocado mais cedo, quando ele a acordara com o café da manhã na cama.
— Achei que passaríamos a manhã toda no hotel — ela disse, olhando curiosa para o rumo que tomavam.
— Poderíamos.