O sol tímido da manhã iluminava suavemente o quarto onde Isadora descansava na casa de Laura. A noite maldormida ainda pesava em seus olhos, e o corpo estava exausto. A lembrança do telefonema da madrugada anterior martelava sua mente. A voz embriagada de Rafael, as palavras desconexas, o pedido de desculpas... tudo permanecia como um eco em seu peito.
Laura, percebendo a amiga pensativa desde o café da manhã, decidiu agir.
— Hoje o dia é seu, Isa. — disse com um sorriso decidido. — Vamos sair,