Thalia
Matheus estacionou na nossa garagem. Esperei até que ele descesse, e quando saí do carro fingi uma tontura.
_ Ei, a senhora está bem? _ Perguntou ao correr em minha direção.
O garoto segurou meu braço com delicadeza, tentando manter-me em pé. Sou boa em fingir, porque a bebida que tomei não fez nem cócegas, quanto mais me deixar tonta.
_ Me leve até meu quarto, por favor. _ Pedi educadamente, mantendo minha mão no rosto, como se estivesse com um mal estar.
Ele prontamente me pegou n