Ouvi um bipe insistente ao meu lado, minha cabeça parecia prestes a explodir. Com muita dor, comecei a abrir os olhos. Estavam pesados, e a vontade que meu corpo tinha era de deixá-los fechados.
Havia uma pessoa dentro do quarto, mexendo no aparelho. Arranhei minha garganta para tentar falar.
— Olá, Margarida. Que bom que acordou. — uma mulher abriu um sorriso enorme.
— Estou no hospital? — indaguei.
Minhas mãos pareciam estar grudadas na cama, e eu quase não consegui movê-las. Quando desli