Margarida
Quando cheguei em casa e encontrei Ronaldo na sala, seus olhos pousaram em mim como se eu estivesse voltando de uma guerra. Ele suspirou pesadamente e deu passadas largas até chegar a mim, envolvendo-me em um abraço apertado.
— Você está bem? — sua voz saiu baixa, quase um sussurro contra o meu cabelo.
Assenti devagar. Eu podia entender completamente aquele olhar carregado de preocupação, mas, mesmo assim, sentir seu coração acelerado me fez estremecer.
— Sim... só um pouco ca