Margarida
Na manhã seguinte, acordei com uma estranha energia, determinada a fazer algo diferente. O calor dos braços de Ronaldo me envolvia com tanta ternura que, por um instante, desejei não precisar sair dali. Seu peito subia e descia num ritmo calmo, embalando meus pensamentos como uma canção suave.
— Querido, acorde — sussurrei, encostando os lábios próximos ao seu ouvido.
Ele se mexeu levemente, ainda preso ao torpor do sono, mas não abriu os olhos.
— Ronaldo, querido... — murmure