Capítulo 62

Margarida

Na manhã seguinte, acordei com uma estranha energia, determinada a fazer algo diferente. O calor dos braços de Ronaldo me envolvia com tanta ternura que, por um instante, desejei não precisar sair dali. Seu peito subia e descia num ritmo calmo, embalando meus pensamentos como uma canção suave.

— Querido, acorde — sussurrei, encostando os lábios próximos ao seu ouvido.

Ele se mexeu levemente, ainda preso ao torpor do sono, mas não abriu os olhos.

— Ronaldo, querido... — murmure
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