AUGUSTO
Eu caminhei de um lado para o outro na sala, sentindo a raiva borbulhar dentro de mim. Lucas e Júlio estavam sentados no sofá, os olhos cravados em mim, esperando que eu falasse. Meu coração ainda martelava no peito desde o jantar de ontem. Tudo tinha desmoronado diante dos meus olhos, e eu não podia permitir que aquilo continuasse.
— Vocês não têm ideia da merda que aconteceu — comecei, apertando os punhos.
Lucas cruzou os braços, impaciente.
— Então desembucha logo, Augusto. P