Augusto
A risada ecoava no telefone, carregada de uma satisfação doentia que só alguém como Augusto poderia sentir. Do outro lado da linha, eu sabia que Lucas estava sorrindo. Ele sempre sorria, especialmente quando sabia que suas jogadas maquiavélicas estavam funcionando.
— Então, já estão em casa? — Lucas perguntou, com a voz leve, quase casual, como se estivessem falando de algo banal.
Eu ri, mas o som não tinha nada de humor. Era puro escárnio, carregado do orgulho que sentia pelo nosso pl