A tarde na mansão Kameron estava estranhamente calma. O sol entrava pelas grandes janelas da sala principal, desenhando retângulos de luz no chão impecavelmente limpo.
Alguns funcionários passavam discretos pelos corredores, atentos às próprias tarefas, sem imaginar o que estava prestes a acontecer ali dentro.
Maya sentia a mente cansada, mas ainda inquieta, como se um peso invisível repousasse sobre os ombros. Ela caminhava pelo corredor em direção à sala de estar, pensando em pegar um livro