Alessandro Vitali
— Sim — rebati, fingindo mau humor.
Escondi o divertimento sob a máscara de rudeza; ela não precisava saber o efeito que um simples sorriso seu exercia sobre mim.
— Eu quero trabalhar! — soltou de chapa, fazendo meu semblante fechar instantaneamente.
— Você não precisa disso — declarei, incisivo.
— Claro que preciso! — exclamou, irritada. — Não posso viver dependente de você.
— Acostume-se — retruquei, perdendo a paciência.
Não sabia qual era o plano dela, mas não funcionaria