Primeiros passos rumo à guerra
O céu ainda estava escuro quando Luna acordou com o sutil choro de Amanara.
O relógio marcava cinco e meia da manhã. A pequena estava inquieta, mas logo se acalmou quando foi aninhada nos braços da mãe.
O calor daquele corpinho, o som da respiração miúda, tudo parecia tão perfeito e frágil ao mesmo tempo.
Théo apareceu à porta com um sorriso sonolento e o olhar cheio de ternura.
— Quer que eu pegue a mamadeira?
— Não precisa. Vou ficar um pouquinho com ela ant