Quando Henrique ligou, Sílvia estava deitada no sofá, dormindo profundamente.
Acordada pelo toque do telefone, ela mal conseguia abrir os olhos, o interior estava escuro, as cortinas da sala não estavam fechadas, e só podia ver vagamente graças à luz dos postes lá fora.
Sílvia seguiu o brilho da tela do celular até atendê-lo, e a voz preocupada de Henrique logo chegou:
- Sílvia, você está bem?
Esfregando o rosto, que estava frio, ela fez uma pausa antes de responder:
- Eu estou bem.
- Não se pr