O cemitério estava mergulhado em silêncio profundo, interrompido apenas pelo farfalhar das folhas secas levadas pelo vento noturno. Eva permanecia diante da cova aberta, ainda chocada com a ausência de restos mortais no túmulo da suposta avó de Mara. O vazio ali não era apenas físico; era como um eco de segredos enterrados à força, ocultados do mundo por mãos poderosas.
Ela não estava sozinha. Eva sentia. O ar mudara, pesado, denso, quase sagrado. Seus instintos de bruxa alertaram: alguém a obs