"Nem todo pesadelo termina ao acordar. Mas às vezes... alguém espera por você do outro lado."
A enfermaria estava silenciosa. A luz baixa mal tocava os lençóis alvos, mas a paz aparente contrastava com a batalha travada sob as pálpebras cerradas de Sophia. Sedada após o resgate e os ferimentos, ela dormia, mas seu rosto denunciava agonia. As sobrancelhas franzidas, a respiração irregular, o cenho contraído.
Então ela se remexeu. Um murmúrio escapou por seus lábios secos. Algo ininteligível, mas