A noite já se adensava quando senti que era hora de recuar. Nossos olhos atentos haviam seguido cada movimento da forasteira, nossa presença mesclada às sombras da floresta. Isadora. O nome dela já pairava em nossos pensamentos, carregado de mistério.
Ergui a cabeça e farejei o ar. A terra úmida, a seiva das árvores e, acima de tudo, o cheiro peculiar dela ainda estavam ali. Algo nela era diferente. Não era apenas uma intrusa, era mais do que isso… e precisávamos compreender antes de agir.
— Já