Luan e Priscila saíram do laboratório de TI com a respiração ainda acelerada pela adrenalina. No corredor do andar inferior, depararam-se imediatamente com Isadora que exibia uma expressão profundamente preocupada, andando de um lado para o outro sobre o tapete persa da sala, apertando as mãos com nervosismo.
Luan apressou o passo e aproximou-se da mãe, tocando suavemente seu braço.
— Mãe, o que está acontecendo? — o ruivo perguntou, contendo o tom de voz.
Isadora parou de caminhar, olhando pa