O som da porta do quarto de Erick batendo contra o batente ecoou como um tiro no silêncio do corredor. Luan entrou sem bater, o rosto iluminado pela luz azul do celular que exibia a mensagem melosa de Victória. Ele girou o aparelho nos dedos, um sorriso sarcástico dançando em seus lábios.
— "Sonhe comigo", "já estou com saudade"... — Luan cantarolou, jogando-se na poltrona de couro do irmão. — Caramba, Erick, você me transformou em um personagem de comédia romântica açucarada. Como você aguenta