O mundo girava. E eu não sei se era da cabeça ou da alma. Mas girava.
Depois de ouvir “eu sou seu filho”, apaguei.
Não sei por quanto tempo.
Só sei que, quando acordei, ainda estava com aquela roupa de tecido tecnológico esquisito — justa, macia, e que parecia emitir uma leve brisa constante como se dissesse: “não chore, gata, a gente seca suas lágrimas em tempo real.”
Levantei devagar, confusa. Passei os dedos pelo painel de parede e, como se eu já soubesse o que estava fazendo, abri a