Ela é um monstro.
Agarrei-a pelo pescoço. Ela se debateu, unhas cavando o meu braço até deixar carne viva, e mesmo assim senti o braço estranho, dor sombria que parecia não chegar direito — como se algo em mim tivesse sido anestesiado. Talvez fosse o ódio a me embotar. Só de pensar que ela poderia ter partido meu filho sem hesitar, caso não fosse pelo feitiço da minha tia, senti um nó no estômago. Como alguém pode ser tão cruel a ponto de arrancar a vida de uma criança diante dos olhos da mãe?
Nos reunimos dias