— Ok, para rir e chorar.
— Não existe.
— Existe... E devia se chamar Maria Lua Casanova.
Gargalhei novamente enquanto Theo escolheu um filme, dando o play. Assim que se sentou ao meu lado, senti o cheiro fraco do seu perfume, me trazendo lembranças que para mim estavam muito vivas.
— Você... Está com frio? — Ele me olhou.
— Um pouco... — menti, ao observar minha pele arrepiada.
E não era pela temperatura e sim a lembrança do aroma dele no dia em que nos beijamos pela primeira vez. Ruborizei, se