Assim que chegamos em frente à porta, onde julguei ser o quarto em que meu pai estava, toquei a mão de Theo. Eu ainda usava a roupa do hospital, mas retirei a máscara, como se o fato de usar aquilo pudesse fazer com que Heitor não me reconhecesse.
Theo abriu a porta do quarto, me deixando para o lado de fora. Pôs a cabeça para dentro e disse:
- Oi, pai. Já estão trazendo sua companheira de quarto. – Fez cara de chateado.
- Companheira? – ouvi a voz de Bárbara – Como assim companheira? Não podem