Não contive o riso e quando percebi estávamos os dois achando graça e nos divertindo com algo juntos depois de anos afastados.
— Senti falta do seu sorriso — Theo disse seriamente.
— Ele está sempre aqui. Porém não é todas as vezes que você merece recebê-lo. — Fui sincera.
— Hum... Quer dizer que o sorriso de Maria Lua Casanova não é para qualquer um?
— Digamos que você o recebeu hoje porque saiu a aura ruim da sua casa — provoquei.
Ele suspirou:
— Você é cruel!
— Sabe o que eu lamento, Theo?
—