Nos encaramos e senti meu estômago se contrair. Borboletas no estômago, como acabara de dizer na cena do filme. Sim, era como se elas estivessem em bando, inúmeras, voando dentro dele.
Observei sua boca e nunca tive tanta vontade de fazer algo na vida como beijá-lo naquele momento. Engoli em seco, umedecendo os lábios e levantando:
— Eu... Estou com muito sono — menti.
— Mas... Não vai olhar o filme até o final?
— Não... Vou acabar dormindo por aqui mesmo se insistir em olhar.
— E que mal há em