- Qual o seu nome, bebê?
Ele me olhou e continuou chorando. Comecei a balançá-lo e perguntar em ritmo musical:
- Qual seu nome, bebê?
Ele começou a rir, ainda com as lágrimas escorrendo pelo rosto, incerto sobre como reagir. Passei a rir também e pular com ele pela casa, pegando a mãozinha pequena e macia, cantarolando as possibilidades de nome que ele poderia ter.
Depois de uns quinze minutos dançando feito uma doida, fui procurar algo para lhe dar de comer. Dentre as poucas coisas que havia n