— Você... fala português?! — ele perguntou, a incredulidade tingindo sua voz.
Um riso suave escapou dela.
— Olha só... — colocando as mãos para trás e balançando a cintura com leveza, um gesto que contrastava com a situação: — Um brasileiro por aqui?
— Sim! Um brasileiro, igual você, né? — Nunes sorriu, um misto de alívio e esperança inusitado florescendo.
— É... igual eu.
— Moça... eu sei que isso é estranho. Mas olha, dá pra me soltar? Por favor — ele pediu, forçando uma expressão de pena exag