— Perfeito. Agora vê se faz algo de bom pra retribuir a tortura, Deus tá vendo… — ele riu baixinho, apertando os lábios: — Faz um favor e pega pra mim umas roupas e uma comida, pode ser qualquer coisa, desde que seja comestível.
— Meu Deus... tá — ela revirou os olhos, balançando a cabeça em exasperação resignada.
Ela se levantou e foi primeiro até o corredor, os olhos fixos nele, ainda sentado no chão. Nunes realmente não tinha planos de fazer algo com ela.
— Onde que tem roupa? — ela enrugou a