**Ponto de Vista: Dante**
O silêncio do meu escritório era a única coisa que me impedia de desmoronar ou de destruir tudo ao meu redor. Eu estava sentado na escuridão, iluminado apenas pela luz azulada dos monitores que mostravam o feed das câmeras. Em uma das telas, Leyla dormia. Ela se virava de lado, o rosto contraído em um desconforto que eu sabia ser físico, mas que eu me recusava a aliviar com a minha presença.
Minha mão envolveu o copo de uísque com tanta força que os nós dos dedos estal