O cheiro de café recém passado já dominava a cozinha quando apareci, os cabelos presos num coque improvisado que ameaçava desabar a qualquer momento. Tinha dormido pouco, a cama do quarto de hóspedes era confortável demais para alguém que passou a noite inteira pensando em olhos azuis que não choravam mais.
Bocejei enquanto amarrava o avental que Teresa praticamente me obrigara a vestir assim que me viu cruzar a porta.
— Eu ainda acho que estou invadindo a cozinha da senhora.
Teresa nem levanto