Desfaleço sob seu corpo, tentando controlar a respiração ofegante e o palpitar frenético que meu coração faz.
Theo acaricia minhas costas, provocando pequenos arrepios em minha pele.
Quando finalmente meu corpo se acalmou, foi que que me dei conta de onde estávamos.
Me endireito num solavanco, só tinha me esquecido de calcular a altura do teto do carro e acabo batendo a cabeça.
— Ai cacete! — gemo, pressionando a mão no possível galo que poderia aparecer no dia seguinte.
— O que