O carro entrou devagar na rua estreita, com o céu de Paris clareando entre os telhados. Era cedo, mas a cidade já parecia acordada — com seus cafés abrindo, pães sendo assados, vizinhos abrindo as janelas para espiar o dia.
No banco do passageiro, eu segurava o caderno de desenhos como se fosse uma bússola.
Lucca dirigia com calma, uma das mãos no volante e a outra sobre meu joelho, numa presença silenciosa que dizia tudo. Mas hoje… hoje era sobre outra presença.
Hoje era delas.
De Sophia.
E de