O relógio marcava quase meia-noite quando Carly saiu da sacada e voltou para o sofá. Ainda restava uma fatia de pizza, na caixa aberta sobre a mesinha de centro, a garrafa de refrigerante pela metade. Serina já havia recolhido os pratos e Letícia secava os olhos, com o rosto ainda corado da emoção.
— Eu não sei nem o que dizer — murmurou Carly, quebrando o silêncio.
— Não precisa dizer nada. — Letícia respondeu, com a voz baixa, mas firme.
— Mas eu quero — Carly insistiu. — Quero dizer que... s