Svetlana correu até a porta assim que ouviu o eco distante de passos se apagando no corredor. Girou a maçaneta com uma urgência desesperada, apenas para se deparar com a cruel realidade: estava trancada, mais uma vez. Bufou de frustração, socou a madeira maciça com o punho fechado e praguejou sua má sorte em russo, as palavras impregnadas de uma raiva contida.
— Проклятие! — rosnou, cerrando os dentes.
Com o coração disparado, seus olhos claros percorreram o quarto com uma mistura de desespero