59. INTRUSOS NO PALÁCIO

LUNA ARTEMIA:

Um leve som me despertou; vinha da janela. Eu havia tomado o cuidado de fechar todos os meus aposentos muito bem. Aquela noite era perigosa e eu não queria correr riscos. Percebi que Kaesar não confiava totalmente em mim, mas também não desconfiava. O gesto de enviar meu pai para receber sepultura me surpreendeu. Levantei-me devagar e caminhei até a janela.

—Minha Luna, sou eu, o ômega Ilán —ou
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