Cap.86
— O que ela veio fazer aqui? — Rosely murmurou, aproximando-se da cama. — O que ela...
O monitor soltou um som longo e contínuo.
Um bipe agudo que cortou o silêncio da mansão como uma lâmina.
A linha estava reta.
Os sinais vitais haviam desaparecido.
— Não... — Rosely caiu de joelhos agarrando a mão fria do filho. O desespero tomou conta de seu rosto, as lágrimas jorrando incontidas. — NÃO! FAEL! NÃO ME DEIXE! NÃO...
O bipe continuou, implacável, ecoando pelos corredores. O som da morte.