Cap.107
O Clímax de Prata e a Partilha dos Destinos
A sala de artes estava irreconhecível.
O espaço amplo, que durante o dia abrigava cavaletes e telas salpicadas de tinta, havia se transformado em uma verdadeira discoteca rústica e sofisticada.
Luzes estroboscópicas em tons de violeta e azul-escuro cortavam a penumbra, refletindo-se nos milhares de paetês do meu vestido preto e do modelo carmesim de Melissa. A música tinha uma batida grave, tribal, que reverberava diretamente no osso esterno,