— Denise? — mamãe chama meu nome, batendo duas vezes na porta. — Filha?
— Oi, mãe, entra! — respondo, tentando controlar o turbilhão de emoções que ainda está girando dentro de mim.
Ela abre a porta e entra, e só pela expressão dela, já sei que ela vai querer saber tudo: por que eu fugi da escola e o que está acontecendo. Mamãe se senta na cama ao meu lado, e não consigo evitar disparar tudo, porque sei que não adianta adiar mais.
— Eu sei que o que eu fiz foi errado, eu não devia ter saído da